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Júlia Pinheiro em tribunal por Bárbara Guimarães

A anfitriã de 'Queridas Manhãs' é uma das testemunhas de Bárbara Guimarães no processo em que a apresentadora acusa o ex-marido, Manuel Maria Carrilho, de violência doméstica.

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Ontem, dia 13, Júlia Pinheiro esteve no Campus de Justiça de Lisboa enquanto testemunha no processo em que Bárbara Guimarães acusa Manuel Maria Carrilho de violência doméstica.

A diretora de Entretenimento e Lifestyle da Impresa referiu que este caso "destruiu emocionalmente" Bárbara Guimarães. "Isto nunca passará. A Bárbara nunca recuperará a vida profissional", afirmou Júlia, afirmando ainda que as entrevistas que Carrilho deu para falar da ex-mulher são "profundamente atentatórias do bom nome da Bárbara enquanto mulher e enquanto mãe. Foram um assassinato de caráter com palavras ofensivas e danosas para a Bárbara". Júlia Pinheiro disse acreditar que estas entrevistas foram feitas com uma intenção: "Tudo o que foi dito nas entrevistas foi grosseiro e, sobretudo, violento e nada expectável. Não tenho a menor dúvida de que ele [Carrilho] soubesse exatamente que cada uma daquelas palavras eram punhais". E continuou, mencionado como tal pode ter afectado Bárbara Guimarães: " Creio que isto nunca deixará de ter efeito na imagem pública da Bárbara. Deixam-na fragilizada para todo o sempre. Já para não falar da mágoa que deve ter como mulher." E sublinha: "A vida profissional da Bárbara está maculada por este processo. Atrevo-me a dizer que nunca recuperará."

A anfitriã de "Queridas Manhãs" acredita que Manuel Maria Carrilho tinha um objetivo por trás destas ações: "Obter a tutela dos dois filhos. Porque se a Bárbara perder a tutela, ele sabe que, para a sociedade, ela falhou enquanto mãe e mulher."

Júlia Pinheiro garante ainda que viu uma grande transformação em Bárbara Guimarães. "Era uma pessoa luminosa", garante a apresentadora. Hoje, "transformou-se numa mulher temerosa, receosa, que faz um esforço claro quando tenta interagir. Não tenho pudor em dizer que este processo destruiu-a emocionalmente".

Para terminar o seu testemunho, Júlia Pinheiro sublinhou: "Tenha muita pena que uma família se tenha desintegrado desta maneira e que tenha sido um dos cônjuges que não tenha tido o discernimento de solucionar os desentendimentos com a mulher sem expor os filhos".