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Cláudio Ramos: A emoção e proximidade de Júlia Pinheiro

Opinião de Cláudio Ramos.

Luis Coelho

Quando escrevo esta crónica “Júlia” lidera vezes seguidas as tardes da televisão em Portugal. Pode não liderar para sempre, que em televisão o incerto é o mais certo. Não tenho dúvida nenhuma que o registo
de Júlia Pinheiro é este.
É o que o espectador quer ver dela. Um lugar com tempo para conversar, olhos nos olhos, com histórias fortes cuidadosamente embrulhadas para despertar emoções a quem está do outro lado. Já o disse publicamente: quando Andreia Rodrigues conta a Júlia o que passou ao sofrer dois abortos foi um extraordinário momento televisivo acentuado pela generosidade de Júlia, que confessou que também ela passou pelo mesmo. É isto que o espectador quer
ver no ecrã àquela hora: emoção e proximidade.